Empresas aderem ao modelo de “energia da prosperidade”
Prof. Eduardo G. Klaue
Posso me considerar uma destas pessoas felizardas que realmente vivenciam os extremos a cada instante. Pela diversidade de atividades que exerço, me permito transitar com facilidade em todos os tipos de ambientes, sejam eles dos mais modestos e carentes, aos não tão modestos assim.
Com a mesma facilidade com que visto um terno e gravata para ministrar um curso, dirigir uma reunião ou atender a um grande cliente, enterro os pés no barro, ou escavo na terra com um galho seco de árvore enquanto ouço as mais variadas histórias e experiências de pessoas comuns, que lutam pelo pão de cada dia.
Resolvi levar isto também para fora Daqui.
Tempos atrás, quando atendia a um próspero proprietário de uma fábrica em São Paulo, que havia começado sua vida profissional como engraxate, pude perceber sua maneira simples, mas objetiva de administrar.
Motivado com o crescimento de sua empresa na crise, me dizia ele: - “Chamei você aqui, para implementar a “Energia da Prosperidade” em minha empresa, como fez na empresa de um amigo meu de Florianópolis”. E continuou: - “Aqui eu faço o que mais sei fazer, que é andar pelo chão da fábrica conversando com o pessoal e vendo o que está acontecendo a todo o momento".
- “Minha rotatividade é quase “zero”, e conheço todos pela cara e pelo nome. Do Jair da limpeza ao Dr. Hauberson, médico do trabalho. Assim evito que coisas pequenas se transformem em coisas muito grandes e desastrosas. Para o resto do trabalho, tenho três diretores, um filho jovem que me ajuda, mas não manda nada, e dois gerentes competentes. Tenho também, dois jovens que a pouco saíram da faculdade, mas que já trabalhavam aqui. Eu descobri o talento dos dois, na sala de jogos. Enquanto os outros jogavam truco, eles jogavam xadrez. Observei os dois por alguns meses, e no final do ano ofereci cinquenta por cento da faculdade e um horário especial. Quando se formaram subi o salário e dei novas funções para eles. Todos ganham participação nos lucros da empresa”.
E segue ele a conversa: “- Sabe, todos os dias vejo atentamente meus gráficos de custos e lucros, se estão subindo, descendo ou estão parados”.
Por um momento ele parou e virou-se para o interior da fábrica dando um sorriso e dizendo: - “Só construí e mantenho firme tudo isto, porque sempre me preocupei em crescer, nunca parei para atrapalhar ou prejudicar os concorrentes, pelo contrário, era o crescimento deles que me motiva a crescer ainda mais”.
- “Sou sócio minoritário de outras onze empresas, que foram criadas por ex-empregados nossos. Quando eles são competentes e se tornam independentes, perdem a motivação e então eu os convido e ajudo a seguir seu caminho “solo”, criando sua própria empresa. Tenho ganho um bom dinheiro com isto, sob o preço de quase nenhuma preocupação”.
Não preciso nem falar que em uma empresa destas, fica muito fácil dirigir qualquer trabalho, pois o corpo metal, o físico, o espiritual e o astral, estão na mesma espiral harmônica, vibrando em uma nota só.
Falava estes dias em uma palestra para um grupo fechado, que ...Uma boa cadeira em um emprego que nos dê tranquilidade, geralmente produz acomodação. Para um novo mundo que cria riquezas sem empregos e sem aposentadoria, isto é a receita certa para uma caminhada repleta de surpresas e inconvenientes. Entre perceber isto e colocar em prática com eficácia, existe uma grande e desafiadora caminhada. Isto fará a diferença entre uns e outros no futuro próximo.
Neste mercado seletivo que está se configurando, os vencedores descobriram lá atrás que o encontro da “boa sorte”, não era só um conto de fadas, mas pura realidade, e que seus resultados positivos não vieram de hoje, mas de um conhecimento (antigo e oculto), que puderam ser escolhidos para compartilhar. Tudo tem seu tempo certo para acontecer!
Um abraço do Klaue!
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Eduardo Klaue é Escritor, Coach, Consultor, Palestrante, Articulista, Estrategista e Conselheiro de Líderes e Gestores Empresariais, Dentro e Fora do Paraná. E-mail: eduardo.klaue@hermeticus.com.br

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