Daqui para frente, com certeza o mundo não será mais dividido entre ricos e pobres, mas sim pelos que enxergam longe e os que não enxergam nada.
É só olharmos para os lados e observarmos atentamente as coisas. Tudo está mudando... os gostos, os costumes, a forma de fazer as coisas, o modo de vida, o que lemos, o que comemos, o que assistimos e até o que pensamos.
É só olharmos para os lados e observarmos atentamente as coisas. Tudo está mudando... os gostos, os costumes, a forma de fazer as coisas, o modo de vida, o que lemos, o que comemos, o que assistimos e até o que pensamos.
Diante desta mudança toda, temos também que admitir que muitas profissões já não serão mais necessárias, muitas empresas não possuirão mais um papel de interesse, muitos negócios irão minguar até sumirem de uma vez por todas.
E quem está preparado para prosperar neste novo mundo, se nos últimos 12 anos vivemos basicamente como a Alice no país das maravilhas? Não é preciso ter poderes ocultos para perceber isto. Mas é preciso ter uma percepção aguçada para antever tudo isso, perceber que esta nova forma de ver o mundo, não está mais contida nos velhos padrões de crescimento e prosperidade que nos trouxeram até aqui. A mudança chegou!
Agora, as coisas necessitam ser vistas de uma forma diferente. Onde a acomodação e o despreparo serão o alvo predileto dos empreendedores do novo mundo. Mais rápidos, mais bem informados, totalmente desacomodados, e com uma visão e percepção além do alcance, e principalmente com uma forma física e mental de ferro.
Perceber, entrar em ação e realizar, em curto espaço de tempo, será a missão principal.
Uma mente totalmente preparada, muitas vezes é confundida com uma mente que pode ler outras mentes, mas o poder da percepção é a chave secreta. E isso não é para todos, mas precisará ser para muitos..
Contam que ... “O Imperador Mahmud El-Ghazna passeava um dia com o sábio Ahmad Mussain, que tinha reputação de ler pensamentos. O Imperador, há algum tempo, vinha tentando que o sábio fizesse diante dele uma demonstração de sua capacidade. Como Ahmad recusava a fazer a sua vontade, Mahmud havia decidido recorrer a um ardil para que o sábio, sem perceber, exercesse seus extraordinários dotes na sua presença.
— Ahmad. Chamou o Imperador. — Que desejas, Senhor? Respondeu o sábio. — Qual é o ofício do homem que está perto de nós?
— É um carpinteiro. — Como se chama? — Ahmad, como eu. — Será que comeu alguma coisa doce recentemente? — Sim, comeu.
Chamaram o homem e ele confirmou tudo o que o sábio havia dito. — Tu. Disse o Imperador. — Te recusaste a fazer uma demonstração dos teus poderes na minha presença. Percebeste que te forcei, sem que o notasses, a demonstrar tua capacidade, e que o povo te transformaria num santo se eu contasse em público as revelações que me fizeste? Como é possível que continues ocultando a tua condição de sufi e pretendas passar por um homem qualquer?
— Admito que posso ler pensamentos — concordou Ahmad — mas o povo não percebe quando faço isso. Minha dignidade e meu amor-próprio não me permitem exercer esse dom com propósitos frívolos. Por isso meu segredo continua ignorado.
— Mas admites que agora mesmo acabas de usar teus poderes? — Não, absolutamente não. — Então como pudeste responder minhas perguntas acertadamente? — Facilmente, Senhor. Quando me chamaste, esse homem virou a cabeça, o que me indicou que seu nome era igual ao meu. Deduzi que era carpinteiro porque, neste bosque, só dirigia o olhar para árvores aproveitáveis. E sei que acabara de comer alguma coisa doce, porque vi que estava espantando as abelhas que procuravam pousar nos seus lábios. Lógica, meu Senhor. Nada de dons ocultos ou especiais”.
E você, está conseguindo observar e antever as mudanças? Como está se preparando para prosperar nesse mundo novo? Ou ainda acha que tudo voltará a ser como antes, como pensou o duende “Haw” do livro “Quem mexeu no meu queijo”?
Um abraço do Klaue!

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