Em caráter de urgência, os membros da Câmara Técnica de Recursos Hídricos se reuniram para analisar o oficio 316/2011 expedido pelo Ministério Público que trata do projeto de recuperação da sanga Cerro Corá. Conforme o JORNAL DO OESTE trouxe em algumas reportagens, o local vem sendo constantemente ameaçado pelo despejo de resíduos.
A reunião serviu para unificar os esforços para a recuperação da sanga, visando ainda identificar e unir todos os agentes interessados no trabalho, ou que estejam nas zonas limítrofes da mesma.
Segundo o presidente da Câmara Técnica de Recursos Hídricos, Eduardo Klaue, o resultado desta reunião foi a elaboração de um plano de ação que busca não somente a simples recuperação da sanga, “mas a criação de um grupo gestor permanente formado por todos os componentes que de uma forma ou outra tenham influência ou interferência sobre ela, disse ele.
Este trabalho, de acordo com Klaue, englobará tanto escolas e universidades, órgãos públicos, empresas, igrejas, e moradores que tenham suas atividades comunitárias, residenciais ou comerciais nesta zona de influência.
O trabalho terá início com o mapeamento e identificação dos terrenos que fazem limite com a sanga, elaboração de um questionário contendo os principais fatores a serem identificados em cada local e uma visita a cada um destes locais para a execução do referido questionário. “Isto dará as bases para a elaboração do termo de referência para o projeto”, reiterou Eduardo Klaue.
O presidente do Conselho do Meio Ambiente Robert Hickson frisou que ações como estas tem muita importância “sobre a preservação dos rios e nascentes de nossa cidade, relatando ainda a importância de outros trabalhos que têm sido desenvolvidos pelo conselho no tocante a despoluição do Rio Marreco e a preservação do Rio Toledo.
Por Eduardo Gomes Klaue
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