COLUNA DO KLAUE

Conhecedores do futuro 
 



Por Eduardo Klaue

 


Não é de hoje que os homens buscam descobrir os secretos caminhos que os levarão um dia, quem sabe, a decifrar o futuro, e até mesmo controlá-lo.

Vivemos imersos em um Universo físico-não-físico desconhecido, que se expande e se contorce para todos os lados, direções e dimensões, a uma velocidade incalculável. Ficam então algumas perguntas: - Que importância, o planeta Terra pode ter neste plano cosmológico? Que valores podem ter as pessoas deste planeta no funcionamento sincronizado deste Universo? Será que somos apenas um número cronológico deste imenso relógio que se chama tempo? De onde viemos? Onde estamos? Para onde iremos? Será que realmente estamos sozinhos neste mundão de Deus? Em que ou em quem creditar, em um mundo onde nada se sabe de quase nada? Por que parte de nossa história foi apagada em grandes incêndios na antiguidade? O que queriam que fosse escondido?

Muitos grupos de estudos, buscam responder à todas estas questões que ficam no além-espaço\tempo: - Pode a criatura explicar a criação? Pode o reflexo explicar sua origem? Pode o futuro explicar o passado? Pode a flecha lançada ter ação sobe o arqueiro? Que leis determinam até onde nos é dado o privilégio de conhecer os limites de nossa própria existência?

Talvez tudo isto seja um grande mistério, ou apenas um posicionamento ante os acontecimentos? “Imaginemos que dois jovens que moram no campo, resolvam certo dia ir até a cidade comprar alguns mantimentos. Um deles que estava de bicicleta, vai pela estrada, e o outro cortando caminho através de uma colina.

Do alto desta, se pode ver todo o vale, a cidade, e também os caminhos imbricados que se estendem até ela. Lá de cima, o jovem pôde observar a ponte caída - fato provocado pela enchente do rio-  à tempo de desistir de ir até ela.  O tempo, o desgaste físico e mental deste jovem foi minimizado.

Logo a baixo, seu amigo de bicicleta ainda dirige-se até a ponte sem saber o que aconteceu. Só irá descobrir quando lá chegar. O tempo, o desgaste físico e mental deste jovem se faz intenso”.

Podemos dizer que o jovem de cima da colina pôde prever o futuro em relação ao jovem de bicicleta? A final, o que é o futuro e como se manifesta, se nada antes de ser, é? Teríamos nós um caminho já traçado, predeterminado? Seríamos viajantes do tempo, capazes de determinar nosso próprio futuro, apenas descobrindo suas variáveis?

Tanto quanto o quase domínio das variáveis leva os meteorologistas a terem grandes chances de acerto, as variáveis que possuía o menino em cima da colina, o levaram a ter plena certeza de que a ponte havia caído? E se o futuro não fosse como achamo que é?        

Sobre este assunto comenta, E.C.P (1348)... “A vida é composta de uma série de ciclos, que se alternam e as vezes se cruzam. Quando compreendemos as leis destes ciclos, e o que os governa, podemos estar sempre no ponto certo do tempo e do espaço. É como pegar a crista da onda no exato momento que ela desliza em nossa direção. O certo é que exitem leis para todas as coisas, descobri-las, é uma grande tarefa para homens de nobres causas.”

Vivemos em um Universo de alternativas ilimitadas. Conhecer as cores das vibrações e esperar o momento certo de apertar cada botão, é nosso maior desafio. A matemática da criação para nós simples “mortais”, é algo inimaginável, mas com certeza aos merecedores das respostas, é plenamente explicável.

Meu amigo leitor, estamos em tempos de grandes mudanças. Ciclos que se sucedem. Preparar-se para compreendê-los seria um bom começo. Talvez não tão simples, para uma sociedade submersa no celular, na internet e nas facilidades que a tecnologia pode lhe trazer. Talvez mais simples para os que podem isolar-se temporariamente fisicamente, mentalmente, espiritualmente e astralmente de tudo isto. 

Pena que muitos “grandes e de saberes ocultos”, acreditem.. “que a sociedade precisa ser assim, pois não existirá e nunca existiu lugar para todos no topo da colina. O subir e descer de muitos, movimenta e torna viva a sociedade. O tempo gasto por ela com os acontecimentos do dia a dia a afasta do conhecimento e assim das conquistas verdadeiras. O foco nos conflitos e nas barbáries alimentam o povo e os faz raivosos e temerosos, distraindo-os continuamente. Comer um dia a cenoura presa na testa seria sua única ambição. Então, a um pequeno grupo  que pode prevê-lo e quem sabe manipulá-lo, o futuro lhes pertenceria”.

Ainda bem que existem alguns que acreditam que mais gente possa ocupar o pico da colina, e passem uma parte de seu tempo trabalhando muito para que isto aconteça. Cada um que passa a ver a “Luz como ela é” se faz um motivo de alegria para eles.

Para estes, a melhor hora é agora. Em tempos conturbados,  mostram o caminho aos interessados, mas não chamam ninguém.

Um abraço do Klaue!

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