Parece que já virou cultura para algumas pessoas que não querem sair do lugar, mesmo não gostando de onde estão, tentarem colocar defeitos naqueles que estão trilhando seus próprios caminhos.
Para estas pessoas que se tornaram entristecidas e rancorosas, que já desistiram de lutar por dias melhores, seja por falta de coragem, preguiça, ou medo da mudança, o sucesso de outras pessoas se torna o seu próprio fracasso.
Se alguém faz alguma coisa de bom ou importante, é porque está querendo se dar bem, se não faz, é porque não serve para nada. Se ganhou dinheiro, é porque teve sorte, se não ganhou é porque não merecia mesmo. Se conseguiu chegar sozinho, é porque é um egoísta, se chegou com outros é um aproveitador.
Se muitas delas parassem para pensar um pouco, talvez percebessem que elas mesmas foram as responsáveis pela maior parte de seus resultados. Não deram aquele passo a mais. Não aceitaram pequenas perdas ou recuos para ganhar força ou aprendizado. Arriscaram pouco por medo de perderem o pouco que conquistaram. Preferiram pequenos e fáceis ganhos de curto prazo, a sólidos e penosos de longo prazo. Fizerem as escolhas erradas. Falaram demais, tramaram demais, observaram demais, dormiram demais, se acharam importantes demais, fortes demais, confiantes demais. Seguros demais...Cegos demais, pois se contentaram em serem chamados “os melhores dos piores”.
E o tempo passou...Aqueles que estavam fazendo acontecer nem perceberam o que estava ocorrendo e continuaram em frente, cada vez melhores, mais determinados, mais experientes, mais confiantes. Nem se importaram se algumas portas se fecharam, pois muitas outras se abriram.
Usaram as pedras do caminho para construir seus castelos, ajudaram outros a construírem também. Usaram as derrotas como uma forma de fazer melhor, pois sabiam que se algo não deu certo, é porque houveram falhas que precisam ser reparadas. Enfim, admitiram que não são infalíveis e podem também cometer erros, e que reconhecê-los é o primeiro passo para repará-los.
Reconhecer nossos erros, é sobre isto, que trata a historinha, que recebi de um colaborador e passo a narrá-la agora...“Certa vez um país estava em situação muito difícil. A corrupção tomava conta, os trabalhadores estavam desmotivados, o povo não comia bem, não existia segurança e a saúde não funcionava. Muitos corriam de um lado para outro dizendo:- “É o caos”, “é cada um por si e Deus por todos”, “é o final dos tempos”.
Um dia, um velho Mago da Ordem Maior, que conhecia “os segredos dos dias e das noites”, que sabia que "o futuro é apenas uma consequência dos nossos atos no presente", colocou uma grande faixa em praça pública: - Meu povo, faleceu hoje a pessoa responsável por todos estes problemas. Foi muito difícil encontrá-la. Mas agora ela está aí pra que todos possam vê-la. Uma enorme fila se formou para ver o rosto do “danado!”. Qual foi a surpresa quando cada um viu sua própria imagem em um espelho colocado ao fundo do caixão vazio”.
Amigos, não podemos chorar pelo leite derramado. Mas sempre é hora de mudarmos os rumos das coisas e de nossas decisões. Se você confiou em alguém e este alguém o decepcionou intensamente, apague a imagem dele de sua mente. Mude o rumo, faça novas escolhas e vá em busca de um futuro melhor. Você, e só você, pagará o preço por suas escolhas. Então, siga em frente e não erre novamente.
Um abraço do Klaue.
Para estas pessoas que se tornaram entristecidas e rancorosas, que já desistiram de lutar por dias melhores, seja por falta de coragem, preguiça, ou medo da mudança, o sucesso de outras pessoas se torna o seu próprio fracasso.
Se alguém faz alguma coisa de bom ou importante, é porque está querendo se dar bem, se não faz, é porque não serve para nada. Se ganhou dinheiro, é porque teve sorte, se não ganhou é porque não merecia mesmo. Se conseguiu chegar sozinho, é porque é um egoísta, se chegou com outros é um aproveitador.
Se muitas delas parassem para pensar um pouco, talvez percebessem que elas mesmas foram as responsáveis pela maior parte de seus resultados. Não deram aquele passo a mais. Não aceitaram pequenas perdas ou recuos para ganhar força ou aprendizado. Arriscaram pouco por medo de perderem o pouco que conquistaram. Preferiram pequenos e fáceis ganhos de curto prazo, a sólidos e penosos de longo prazo. Fizerem as escolhas erradas. Falaram demais, tramaram demais, observaram demais, dormiram demais, se acharam importantes demais, fortes demais, confiantes demais. Seguros demais...Cegos demais, pois se contentaram em serem chamados “os melhores dos piores”.
E o tempo passou...Aqueles que estavam fazendo acontecer nem perceberam o que estava ocorrendo e continuaram em frente, cada vez melhores, mais determinados, mais experientes, mais confiantes. Nem se importaram se algumas portas se fecharam, pois muitas outras se abriram.
Usaram as pedras do caminho para construir seus castelos, ajudaram outros a construírem também. Usaram as derrotas como uma forma de fazer melhor, pois sabiam que se algo não deu certo, é porque houveram falhas que precisam ser reparadas. Enfim, admitiram que não são infalíveis e podem também cometer erros, e que reconhecê-los é o primeiro passo para repará-los.
Reconhecer nossos erros, é sobre isto, que trata a historinha, que recebi de um colaborador e passo a narrá-la agora...“Certa vez um país estava em situação muito difícil. A corrupção tomava conta, os trabalhadores estavam desmotivados, o povo não comia bem, não existia segurança e a saúde não funcionava. Muitos corriam de um lado para outro dizendo:- “É o caos”, “é cada um por si e Deus por todos”, “é o final dos tempos”.
Um dia, um velho Mago da Ordem Maior, que conhecia “os segredos dos dias e das noites”, que sabia que "o futuro é apenas uma consequência dos nossos atos no presente", colocou uma grande faixa em praça pública: - Meu povo, faleceu hoje a pessoa responsável por todos estes problemas. Foi muito difícil encontrá-la. Mas agora ela está aí pra que todos possam vê-la. Uma enorme fila se formou para ver o rosto do “danado!”. Qual foi a surpresa quando cada um viu sua própria imagem em um espelho colocado ao fundo do caixão vazio”.
Amigos, não podemos chorar pelo leite derramado. Mas sempre é hora de mudarmos os rumos das coisas e de nossas decisões. Se você confiou em alguém e este alguém o decepcionou intensamente, apague a imagem dele de sua mente. Mude o rumo, faça novas escolhas e vá em busca de um futuro melhor. Você, e só você, pagará o preço por suas escolhas. Então, siga em frente e não erre novamente.
Um abraço do Klaue.

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