O país esta passando por uma verdadeira avalanche de negatividade. E podem ter certeza de que muita gente ganha com isso. Muitos se aproveitam desta turbulência para ampliar suas falcatruas e utilizar-se do que é público, outros para pegar uma carona na situação e prejudicar seus desafetos. Outros ainda, para levar vantagens com o medo e insegurança financeira, espiritual e psicológica das pessoas.
Mas não se preocupem com estes, que como não podem saber os segredos dos dias e das noites, continuam alegremente a aprofundar-se na lama da escuridão. Mal sabem que sua colheita chegará silenciosa, mas determinada como uma sombra que toma conta dos lugares mais profundos ao final do dia. Olhem para o outro lado. O lado dos que acreditam em uma vida melhor e avançam com determinação e segurança rumo aos seus objetivos. Aqueles que por longo tempo se prepararam para os momentos que estão por vir.
Estamos sim em um momento decisivo...Ou decidimos crescer e ir em frente, ou decidimos ficar reclamando de tudo e de todos. Precisamos entender que não podemos perder tempo nos preocupando com aqueles que não merecem nosso tempo e credibilidade. Precisamos sim, é ganhar tempo criando novas oportunidades e buscando novas formas de melhorarmos nossas vidas e a dos que nos são “simpáticos”.
Precisamos plantar das melhores frutas, dos melhores sabores e dos melhores aromas. Assim o mundo nos reconhecerá como alguém diferente e melhor para com ele e para com os outros. Então o reconhecimento será garantido. Pena que muitos não acreditem e assim se privem desta dádiva.
Para simplificar meu raciocínio, repasso uma história que recebi de um amigo e que achei muito procedente. Contam que...“Um rei seguia pela estrada com sua comitiva, quando viu um homem velho plantando uma arvorezinha. Achou aquela atitude muito estranha, já que a árvore demoraria em crescer e, quando pudesse dar frutos, o velho, na certa, não estaria mais lá para aproveitar.
Então, o rei perguntou ao velho plantador de árvores por que insistia numa tarefa tão inútil. Ao que o homem respondeu:- Fico feliz em plantar, mesmo não sendo eu quem vai colher. Não estamos aproveitando hoje as árvores que foram plantadas há muitos anos? Plantar é o que importa. Não o colher.
O rei considerou sábia a atitude do homem e, comovido, entregou um saco com muitas moedas de ouro como prêmio à sabedoria do plantador de árvores. E ele agradeceu assim:- Viu como são as coisas? Eu mal acabei de plantar e já estou colhendo frutos valiosos”.
Quando a mão que está em baixo pode tocar a mão que está em todos os lugares, um laço de afinidade é concretizado e o véu da escuridão mental começa a tonar-se cada vez mais transparente. Então não existe mais o “Um” e sim o “Uno”. Presente, passado e futuro estão na mesma dimensão e o plantar e o colher tornam-se atemporal. Então as crises não podem prosperar!
Só uma reflexão profunda e sem o apego natural, pode revelar o real sentido desta mensagem e o segredo que ela trás consigo. Sem a preparação necessária, torna-se apenas mais uma leitura. Um abraço do Klaue!
eduardo.klaue@hermeticus.com.br

Nenhum comentário:
Postar um comentário