Vivemos em uma sociedade alucinada, em que a aparência parece estar em primeiro lugar. Compra-se roupas de marca, muitas vezes para mostrar para os outros que estamos na moda, mesmo que sejam bem menos confortáveis do que outras mais simples. Troca-se um carro ainda novo por outro, somente porque um detalhe ou outro mudou na nova versão. Compra-se uma casa em um local nobre, mesmo que seja menos confortável e aconchegante que a antiga . E assim por diante...Mostrar para os outros, tornou-se mais importante do que agradar a si mesmo. Isso não traz felicidade, a espanta!
Precisamos entender que se os outros estão conosco pelo que temos ou aparentamos, não servem para ser nossos amigos. E se nos preocupamos apenas em mostrar e representar para eles, é porque não damos valor para nós mesmos. Então uma verdadeira prisão nos cerca. A prisão do complexo de inferioridade que se nutre a cada momento. Faça uma reflexão...Se você se preocupar demais com o que os outros pensam de você, acabará cansado, desanimado, velho e fisicamente prejudicado. Assim, não vai poder usar suas forças para crescer de verdade, pois elas se esvairão. Possíveis amigos de verdade também não chegarão perto de você
Esqueça isto e seja quem você é, não o que os outros desejam que você seja. Seja justo e correto e vá na sua . Não ligue para o que os outros aparentam ter, mais sim para quem eles são, e terá surpresas incríveis.
Surpresa como a que teve a protagonista desta história que recebi de um amigo.
“Sem maiores preocupações com o vestir, o médico conversava descontraído com o enfermeiro e o motorista da ambulância, quando uma senhora elegante chega e de forma ríspida, e pergunta: - Vocês sabem onde está o médico do hospital?
Com tranquilidade o médico respondeu: - Boa tarde, senhora! Em que posso ser útil? Rispidamente a mulher retorquiu:- Será que o senhor é surdo? Não ouviu que estou procurando pelo médico?
Mantendo-se calmo, argumentou:- Boa tarde, senhora! O médico sou eu, em que posso ajudá-la? - Como? O senhor? Com essa roupa? Respondeu a senhora.
- Ah, Senhora! Desculpe-me! Pensei que a senhora estivesse procurando um médico e não uma vestimenta. Respondeu.
- Oh! Desculpe doutor! Boa tarde! É que... Vestido assim, o senhor nem parece um médico.
- Veja bem as coisas como são...-Disse o médico - as vestes parecem não dizer muitas coisas, pois quando a vi chegando, tão bem vestida, tão elegante, pensei que a senhora fosse sorrir educadamente para todos e depois daria um simpaticíssimo "boa tarde!". Como se vê, as roupas nem sempre dizem muito...”
E você amigo leitor, como anda sua autoestima? Preocupa-se com o que você acha bom para você, ou anda deixando os outros controlarem sua vida? Pergunta simples, mas refletir sobre isso pode valer o domínio de sua vida emocional e financeira.
Um abraço do Klaue!
Um abraço do Klaue!
eduardo.klaue@hermeticus.com.br

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